CELEBRANDO ISRAEL.

 

Israel, país do Oriente Médio às margens do Mar Mediterrâneo, é considerado a Terra Santa por judeus, cristãos e muçulmanos. O país faz fronteira com o Líbano ao norte, com a Síria a nordeste, com a Jordânia e a Cisjordânia a leste, com o Egito e a Faixa de Gaza ao sudoeste, e com o Golfo de Aqaba, no Mar Vermelho, ao sul. Geograficamente, contém diversas características dentro de seu território relativamente pequeno. Israel é definido como um “Estado Judeu e Democrático” em suas Leis Básicas e é o único Estado de maioria judia do mundo. Os locais mais sagrados ficam em Jerusalém. Na Cidade Antiga, o complexo do Monte do Templo compreende o Domo da Rocha, o histórico Muro das Lamentações, a Mesquita de Al-Aqsa e a Igreja do Santo Sepulcro. O centro financeiro de Israel, Tel Aviv, é conhecido por suas praias e pela arquitetura moderna!

 

 

“Grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado, na cidade do nosso Deus. Seu santo monte, belo e sobranceiro, é a alegria de toda a terra; o monte Sião, para os lados do Norte, a cidade do grande Rei. Como temos ouvido dizer, assim o vimos na cidade do SENHOR dos Exércitos, na cidade do nosso Deus. Deus a estabeleceu para sempre” (Salmo 48.1-2,8). – O Monte Sião é um monte em Jerusalém localizado bem ao lado da muralha da Cidade Antiga e historicamente associado ao Monte do Templo. A etimologia da palavra “Sião” é incerta. Mencionado na Bíblia em II Samuel 5:7 como sendo o nome do local onde estava uma fortaleza jebusita conquistada pelo rei Davi, a origem do nome do monte é provavelmente é anterior à chegada dos antigos israelitas. Quem visita Israel nos dias de hoje, vai encontrar no Monte Sião dois túmulos importantes, na história antiga e na história moderna. Ali estão o Túmulo de Davi (ainda que a maior parte dos historiadores e arqueólogos não acreditam que o “Túmulo de Davi” seja de fato o local onde estaria enterrado o rei Davi) e também o túmulo do protestante Oscar Schindler, um “justo entre as nações” que salvou mais de 1 200 judeus durante o Holocausto.

 

 

Todo jovem cidadão israelense participa do Serviço Militar, após o Ensino Médio! Isso mesmo, meninos e meninas! Os meninos servem durante três anos, enquanto elas, apenas dois. Se depois desse período, alguém desejar seguir carreira, as portas das Forças Armadas estão abertas. O curioso é que após o Serviço Militar, os jovens israelenses voltam para casa dos pais por aproximadamente um ano – o tempo para começarem a trabalhar e conseguir juntar dinheiro suficiente para viajar o mundo durante um ano. Eles chamam essa viagem de “ritual de passagem” e todos costumam fazer. Mas aí você pergunta: e a faculdade?! Os Israelenses só prestam vestibular quando voltam, então por isso que eles se formam tão tarde, aos 28 anos de idade, aproximadamente.

 

 

 

Israel é um estado relativamente novo – foi estabelecido somente após a 2a guerra mundial em maio de 1948!

O país tem três línguas oficiais: hebraico, árabe e inglês. Muita gente pensa que apenas os judeus falam hebraico, mas na verdade, qualquer cidadão de Israel fala hebraico, independente da sua religião! E por falar em hebraico, ela é uma das poucas línguas do mundo que é escrita da direita para esquerda!

 

 

 

 

 

 

Israel é um país pequeno, especialmente se comparado ao Brasil – possui apenas 470km do Norte ao Sul do país…isso é basicamente a distância entre São Paulo e o Rio de Janeiro!! Para que se tenha uma maior dimensão, imagine que é possível caber 8 vezes o Estado de Israel dentro da Flórida, nos Estados Unidos!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Praia prá todo lado! Uma curiosidade interessante: Israel é banhado por 4 mares – Mar Morto, Mar Mediterrâneo, Mar Vermelho e Mar da Galileia. Ou seja, 137 praias e 250km de litoral em um país que é praticamente do tamanho de Sergipe. É praia prá todo lado!

 

 

 

 

 

 

“Mas escolhi Jerusalém para que ali seja estabelecido o meu nome, nela, estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os dias” (2Crônicas 6.6; 7.6). – Jerusalém é uma das cidades mais antigas do mundo. Estima-se que a cidade tenha sido habitada a partir do ano 2800 a.C. A cidade que é o centro espiritual dos judeus, é também o polo da cristandade! Durante sua história, Jerusalém foi sitiada 23 vezes, atacada 52 vezes, capturada 44 vezes e destruída duas. E como Jerusalém foi escolhida por Deus, a Cidade Santa permanece de pé!

 

 

 

 

“Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel” (Is 41.14). – A despeito de sua pequena extensão geográfica e de toda a perseguição ao longo da história (desde Faraó no Egito, passando pelo Holocausto e chegando na guerra entre judeus e árabes, nos dias de hoje), Israel é tão tecnologicamente avançado que hoje consegue, entre tantas proezas, plantar e cultivar produtos agrícolas no deserto, com uma qualidade insuperável! É também o país das “startups”. Para se ter uma ideia, empresas como Waze, WeWork e Wix nasceram em Israel!

 

 

 

Apesar de ser pequeno, Israel possui uma geografia extremamente diversificada que contribui para grandes variações climáticas. O país possui regiões de deserto ao sul, montanhas cobertas de neve ao norte e uma considerável região costeira. É possível esquiar nas montanhas de Israel e frequentar a praia de Tel-Aviv na mesma época! Consequentemente, as temperaturas oscilam muito, especialmente no inverno.

 

 

 

 

 

 

Vocês sabiam que o vinho israelense é muito bom?! O país foi um dos primeiros lugares do mundo a fermentar uvas! Tudo começou na Galileia. Hoje a maioria dos vinhos são produzidos nas montanhas ao redor de Jerusalém, e existem várias vinícolas premiadas!

 

 

 

 

 

 

Israel não possui nenhum prato típico, por isso sempre chamam a culinária local de “Israeli fusion food”. Como o país é multicultural, especialmente Tel-Aviv, a cozinha mistura elementos de vários países em um prato só.

 

 

 

 

 

 

Uma sobremesa mais do que especial em Israel é o “Krembo”! Essa sobremesa israelense nada mais é do que uma nhá benta! Como não vai leite, o Krembo virou a sobremesa preferida das crianças judias ortodoxas. A curiosidade fica por conta da sazonalidade – só é vendido no inverno, pois no verão, o calor é tanto que o Krembo derrete!

 

 

 

 

 

Em Israel, dependendo da região ou cidade, as placas são escritas em hebraico, árabe e/ou inglês. Na maior parte de Tel-Aviv elas estão somente em hebraico e inglês, mas em regiões com muitos habitantes muçulmanos, como Jerusalém por exemplo, as placas também estão escritas em árabe.

 

 

 

 

 

 

 

Um dos lugares mais frequentados na Terra Santa é o famoso Muro das Lamentações. Muitos escrevem seus pedidos e orações em pequenos pedaços de papel que são colocados dentro das rachaduras do muro. Para criar espaço para que todos os visitantes possam postar seus pedidos, esses “bilhetes” são retirados do muro duas vezes ao ano, e levados ao cemitério judaico no Monte das Oliveiras onde eles são enterrados, de acordo com a tradição judaica.

 

 

 

 

Uma das coisas pitorescas de Jerusalém são os gatos! Centenas de gatos moram na Cidade Santa. Quando os ingleses chegaram em Jerusalém em 1917 encontraram a cidade infestada de ratos! Para solucionar esses problemas resolveram importar um monte de gatos. A ideia funcionou, mas criou-se outro no lugar: hoje Jerusalém é infestada de gatos! Inclusive, para tentar resolver o problema, existe um programa oficial do governo para a castração dos bichanos!

 

 

 

 

O Colégio Batista do Rio de Janeiro, demonstra em todo o seu ambiente, a forte marca da importância de Israel na história da humanidade. A prova disso é que to]das as portas de salas de aula tem uma nomenclatura ligada a Israel, como por exemplo os montes da Terra Santa ou os nomes de Deus.

 

 

 

 

 

Toda a comunicação visual do Colégio Batista do Rio de Janeiro traz uma “assinatura” que são três bandeiras – A bandeira do Brasil, a bandeira do Rio de Janeiro e a Bandeira de Jerusalém. A bandeira de Jerusalém é baseada na bandeira de Israel e apresenta duas listas horizontais reminiscentes do talit, o xale de oração judeu. No centro está o brasão de armas de Jerusalém, que consiste de um escudo com o Leão de Judá sobreposto num fundo estilizado que representa o Muro das Lamentações, flanqueado de ambos os lados por ramos de oliveira. A palavra יְרוּשָׁלַיִם (“Jerusalém”) aparece sobre o escudo.
A bandeira foi adotada após um concurso lançado pelo governo de Jerusalém, estabelecido por Israel. Tornou-se a bandeira de uma Jerusalém unida após a Guerra dos Seis Dias em 1967.

 

 

A presença de Israel e de sua cultura é marcante em toda a área do Colégio Batista do Rio de Janeiro. Já na entrada de todas unidades a inscrição “Bem Vindo”, em hebraico, está presente! Uma curiosidade sobre a língua hebraica – Extinta por volta do século IV d.C. como uma língua falada regularmente, a língua hebraica subsistiu como língua litúrgica e literária, sendo reavivada por volta de 1880. No mundo moderno, hoje, existem em média 9 milhões de falantes do hebreu moderno.